sexta-feira, 27 de maio de 2011

Como foi a 10ºVisita à Casa de Sáude ?

No dia 5 de Maio de 2011, dirigimo-nos para a Casa de Saúde em Braga para realizar a nossa 10º visita.
Como é habito, depois de uma aula de Biologia, vamos para a Casa de Saúde de carro. Assim sendo, estávamos a caminho de Braga quando ocorreu um pequeno incidente, o sistema eléctrico do carro falhou. Sendo que, nenhuma de nós soube o que fazer perante esta situação, decidimos ligar ao pai da Telma, o Sr. Augusto Soares. Depois deste chegar, e ver o que se passava com o carro, chegamos à conclusão que era melhor não prosseguir o nosso caminho até á Casa de Saúde, uma vez que o problema poderia voltar a acontecer, quer durante a continuação da ida quer na vinda.
Ficando um bocado desiludidas com esta situação, quer pelo facto dos prejuízos em relação ao carro quer em relação ao facto de não podermos estar com os doentes, voltamos para casa, avisando a Casa de Saúde que não iríamos comparecer, como estava previsto.

domingo, 10 de abril de 2011

Como foi a 9ºVisita à Casa de Sáude ?

Ao sétimo dia do mês de Abril dirigimo-nos para a Casa de Saúde em Braga como já é habitual.
Como é habitual, o nosso colégio todos os anos organiza a festa das famílias. Então este ano decidimos expor os trabalhos realizados pelos doentes. Assim sendo mal chegamos à casa de Saúde fomos ter com a terapeuta Ana Rita para trazermos os trabalhos um pouco de cada área, mostrando assim a todas as pessoas que não tem oportunidade de estar em contacto com esta realidade.
Visto que tínhamos de voltar de voltar para o colégio preparar o nosso stand para a festa das famílias, não tivemos oportunidade de reunirmos com as doentes. Mesmo com pouco tempo, fomos até à unidade de S. José, conversar um pouco com todas as doentes, saímos de lá muito contentes pois as doentes estavam com uma vontade enorme a falar connosco.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Como foi o Fim-de-Semana?

O momento pelo qual ansiamos durante todo o período chegou finalmente, no dia 25 de Março, uma vez que o nosso grupo e mais 8 pessoas se dirigiram à Casa de Saúde de Braga para lá passar o fim-de-semana. Por volta das 18 horas e 30 minutos fomos atenciosamente acolhidos pela Irmã Fernanda que brevemente e sinteticamente nos apresentou o campo de férias. Depois disto, e após um tempo para os participantes escolherem e prepararem os seus quartos e os animadores decorarem a capela onde seriam realizados vários momentos de oração ao longo do fim-de-semana, iniciou-se a dinâmica de apresentação. Esta constou de inúmeras perguntas do género “quebra-gelo” que proporcionaram desde logo uma maior confiança e união entre todos os elementos que constituem o fim-de-semana. De seguida, já todos necessitávamos de um bom jantar, jantar esse que tentou incutir desde logo o espírito de partilha tão característico da espiritualidade Inaciana e do nosso colégio. Após o jantar, enquanto uns arrumavam a sala outros tiveram direito a um momento de descontracção e convívio antes da visualização do filme: “Rain Man”, filme adequado ao fim-de-semana que estávamos a viver, uma vez que, abordava a vida de uma pessoa doente. Chegado o fim do filme, já era tarde pois este teve uma longa duração, era hora de um momento de oração e reflexão essencial para retomar forças, nos encontrarmos, estar em grupo e sobretudo aceitar este fim-de-semana e as unidades que nos foram confiadas como uma missão. Foi também nesta oração que descobrimos qual seria a unidade onde iríamos trabalhar, o que despertou no fim da mesma, uma certa excitação e curiosidade para saber com que tipo de doentes iríamos lidar, que levou a mais um momento de convívio antes de irmos dormir. Já a noite ia longe quando o sono chegou e assim despedimo-nos e fomos dormir. Era já sábado, os despertadores tocavam, eram 7 e meia da manhã …. oh não! Ainda muito ensonados fomos tomar banho para conseguir chegar a tempo ao pequeno-almoço que duas pessoas atenciosamente foram buscar.
Após alimentarmos o corpo sentimos necessidade de ir alimentar a alma e perceber o que gostaríamos de dar às pessoas que iríamos encontrar, o que precisávamos para nos entregar a esta missão. Após esta oração todos os elementos do fim-de-semana escolheram as batas que simbolizam, na Casa de Saúde, a juventude hospitaleira sempre disposta a servir. Já com as batas vestidas, a Irmã Fernanda fez-nos uma visita guiada por toda a Casa de Saúde o que nos possibilitou desde logo perceber um pouco do que iríamos viver ao longo deste fim-de-semana, sendo para muitos o primeiro contacto com o irmão doente. No culminar desta visita tivemos o prazer de receber a coordenadora do projecto e estimada professora Sandra Rocha que nos acompanhou ao longo do restante dia.
Posteriormente, fomos para as respectivas unidades e tivemos a necessidade de cancelar o discernimento pessoal marcado, uma vez que a visita demorou mais tempo que o previsto. Já nas unidades percebemos que os doentes mentais, habitualmente estigmatizados pela sociedade são na realidade pessoas revestidas de simplicidade mas com um grande coração. Depois deste tempo nas unidades fomos lanchar e tivemos um pequeno momento de descontracção para posteriormente voltarmos com força para as unidades. Neste novo regresso, as doentes já nos conheciam e aí, avalanche de acontecimentos e sentimentos desabou sobre nós, mas foram estes acontecimentos e sentimentos que nos fizeram perceber que o que nos liga à pessoa doente, independentemente da condição dos seus sentidos, é um toque, um abraço, é algo que marca a nossa presença junto dela. De seguida, tivemos um reconfortante almoço e mais um tempo de descontracção onde alguns dormiram e outros partilharam o grande desafio a nível nacional que estavam a viver. Uma vez que o contacto com esta realidade gerou um certo desconforto e, quando menos se esperava, uma lágrima corria sobre o rosto não sendo, porém, um obstáculo.




Terminado o tempo de descanso, dirigimo-nos, novamente, às unidades onde as doentes esperavam ansiosamente por nós, agora já nos sentíamos quase capazes de dizer que tínhamos novos amigos, percebemos o que é dar gratuitamente, faz-nos esquecer as coisas superficiais, percebemos que somos importantes para aquelas doentes, que a nossa presença as marcou, que fomos companhia e responsáveis pelo brotar de contínuos e diversos sorrisos. Ao fim de duas horas, sentimos necessidade de uma nova pausa para recarregar energias e para partilhar emoções, pausa esta de uma hora. Já com as energias recarregadas, alguns elementos foram à eucaristia da Casa de Saúde que conta também com a participação de doentes a passo que os outros foram para as unidades para concretizar a sua última missão ao longo deste dia. Foi talvez nesta última visita que nos sentimos mais úteis, uma vez que, pudemos auxiliar as doentes na sua alimentação e até na higiene pessoal. Finalizado o nosso trabalho nas unidades, tivemos direito a um merecido jantar que terminou em beleza com a chegada do Padre Pedro Mendes e da Professora Lara Almeida que vinham para colaborar no nosso serão. Estávamos, então, prontos para o serão que nos esperava, mas que, infelizmente, sofreu algumas alterações devido às condições meteorológicas. Iniciou-se com uma pequena caminhada a pares com uma dinâmica de partilha até a um café próximo onde paramos para beber qualquer coisa. Aí surgiu a ideia de nos deslocarmos até ao Sameiro para podermos apreciar a beleza da cidade de Braga. Quando lá chegamos a chuva tornou-se mais intensa o que impossibilitou a saída das automóveis, desta forma, a Professora Lara Almeida convidou-nos a ir visitar a sua casa. Assim fizemos, e lá tivemos um momento de convívio até aproximadamente às duas da manhã, hora à qual regressamos à Casa de Saúde. Já na Casa de Saúde, por motivos de cansaço decidimos tornar a oração da noite opcional. Contudo, contamos ainda com a participação de cinco elementos, que podem até afirmar que viveram um grande momento de partilha e encontro com Deus. Perceberam também que a imagem do criador se reflecte em cada ser humano, daí o respeitar da dignidade de todos ser uma prioridade para nós.
O cansaço reflectia-se similarmente nestes cinco elementos que foram imediatamente dormir logo a seguir à oração.
De novo às sete e meia da manhã os despertadores tocavam, contudo o acordar foi já bastante mais fácil. Fomos então tomar o pequeno-almoço que sustentou o nosso corpo ao longo de toda a manhã. De seguida, tivemos a oração da manhã que nos propôs uma despedida das unidades um pouco diferente do que era suposto, dirigimo-nos às unidades onde estivemos durante duas horas e onde tivemos a oportunidade de entregar à doente que mais nos marcou um origami em forma de flor.
Ainda um pouco tristes com a despedida das unidades, iniciamos a eucaristia que foi como um culminar do nosso fim-de-semana, onde tivemos oportunidade de agradecer e entregar a Deus todos os momentos especiais que tivemos ao longo do fim-de-semana. Depois desta privilegiada eucaristia realizamos a nossa última refeição na Casa de Saúde que nos deu força para posteriormente arrumar todo o campo de férias. No fim de tudo arrumado, tivemos apenas de fazer as avaliações e registar fotograficamente o grupo.
Despedimo-nos da Casa de Saúde cada vez mais apaixonados pela vida, e da mesma forma, sabendo que o verdadeiro sentido desta está muito para além do prazer momentâneo, do luxo e do conforto, o verdadeiro sentido da vida está no contacto com os outros. Esta descoberta da hospitalidade, nesta forma concreta de serviço ao doente mental foi uma forma de abrir o coração e ver com os olhos de Deus. E, com esta forma mais atenta de ver o mundo, sentimos agora uma maior responsabilidade para com a sociedade. Há mesmo locais e pessoas que nos marcam, que nos ajudam a ser quem somos, que nos fazem crescer e que são imprescindíveis da nossa identidade humana. E, para nós, a Casa de Saúde passou a ser um destes locais e as Irmãs Hospitaleiras umas dessas pessoas.
Nós, elementos do grupo nº3 saímos também com espírito de missão cumprida porque fomos capazes de transmitir aos outros o que é a doença mental e o que é o irmão doente. Sentimos apenas que houve uma pequena falha a nível de liderança, talvez porque nenhuma de nós se quis destacar em relação às outras.

domingo, 27 de março de 2011

Como foi a 8ºVisita à Casa de Sáude ?

Ao vigésimo quarto dia do mês de Março de 2011 dirigimo-nos para à Casa de Saúde em Braga para mais uma das nossas visitas quinzenais. Como já se tem tornado hábito, ao lá chegar dirigimo-nos ao campo de férias uma vez que é necessário prepararmo-nos para iniciarmos os trabalhos com as utentes de São José. Já em São José fomos calorosamente acolhidas pelas doentes que constituem o nosso grupo.
Não foi possível realizar as actividades previstas com o nosso grupo, pois este estava reduzido a um pequeno número de utentes, sendo assim aproveitamos para passar algum tempo com todas as utentes desta unidade. Embora não tenhamos passado o tempo só com o nosso grupo, consideramo-nos pessoas diferentes depois desta visita sendo que o tema “Sentada aos teus pés, escuto a tua palavra” nos acompanhou ao longo desta. E ao escutarmos atentamente a palavra delas conseguimos aprender muito com o que são e com a sabedoria que possuem.
Posteriormente regressamos para o campo de férias onde estivemos a trabalhar para o nosso fim-de-semana, que estava já à porta. Com isto sentimo-nos muito mais seguras em relação ao mesmo devido ao facto de teremos revisto todo o nosso fim-de-semana ao mais ínfimo pormenor.
Seguras de que tudo iria correr pelo melhor despedimo-nos da Casa de Saúde com um até já, visto que voltaríamos no dia seguinte para a realização do nosso fim-de-semana

sábado, 12 de março de 2011

Como foi a 7ª Visita à Casa de Saúde ?

Ao décimo dia do mês de Março de 2011 dirigimo-nos para a Casa de Saúde em Braga para mais uma das nossas visitas quinzenais. Mal chegamos, fomos, de imediato, para a unidade de S. José onde estão as utentes que fazem parte do nosso grupo. Estivemos algum tempo na unidade a conversar com todas as utentes enquanto esperávamos pelo nosso grupo, que estavam a lanchar.
Desta vez, tivemos apenas algumas utentes, ao contrário do que é habitual sendo que algumas não estavam com disposição para ir fazer a actividade e outras simplesmente não estavam presentes.
Aproveitamos o facto de ser carnaval para fazer uma actividade relacionada com este tema sendo assim, levamos máscaras e materiais como missangas, massa, arroz, purpurinas, café, etc. para as doentes decorarem a sua máscara conforme os gostos de cada uma. Apesar de não terem revelado muito interesse ao inicio, a actividade correu bem, as utentes acabaram entusiasmadas e pareciam estar a gostar, sendo que nos disponibilizamos para as ajudar e para manifestar a nossa opinião em relação aos materiais a usar.
Podemos dizer que no fim desta visita nos consideramos pessoas mais próximas das doentes, sendo que estas pareceram muito à vontade para conversar connosco e completamos o objectivo desta visita tendo por tema ‘Tão próximo de nós’.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Como foi a 6ª Visita à Casa de Saúde ?

No dia 24 de Fevereiro dirigimo-nos novamente à Casa de Saúde, (apesar de não podemos contar com a Marta por motivos de doença), para realizar a nossa 6ª Visita à mesma e certamente saímos de lá pessoas mudadas.
Sim, esta visita fez jus ao tema que nos acompanhou “ A tua imagem sobre mim bastará para me mudar”, uma vez que estaríamos a mentir se disséssemos que saímos da Casa de Saúde da mesma forma que entrámos, pois é impossível não nos deixarmos tocar e moldar pelas doentes que formam o nosso grupo de trabalho.
Antes de nos dirigirmos à Unidade de São José tivemos mais uma já habitual reunião com a Irmã Fernanda, para delinear cada vez mais concretamente o projecto do fim-de-semana que iremos realizar.
Posteriormente, e antes de nos reunirmos com o grupo de doentes, trabalhamos um pouco na unidade de São José, acompanhamos pessoas no lanche, ajudamos na arrumação do refeitório e conversamos com as doentes da unidade.
Já com o grupo de doentes, realizamos actividades bastante simples, desenhamos e colorimos imagens previamente impressas. Porém esta actividade proporcionou conversas importantes, partilhas sentidas e como se tem tornado hábito proporcionou sorrisos sinceros, palavras delicadas e abraços calorosos. Prova que esta actividade simples se tornou especial foi o facto de nos termos esquecido das horas, e quando olhamos para o relógio já tínhamos excedido o tempo que nos foi cedido para estar com o grupo, o que fez com que depois saíssemos da Casa de Saúde atrasadas, apressadas e sem nos despedirmos da irmã Fernanda, uma vez que a eucaristia já tinha começado.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Como Foi?

Como foi a 5ª Visita à Casa de Saúde ?


No dia 3 de Fevereiro de 2011, dirigimo-nos para a Casa de Saúde para a nossa quinta visita à mesma, contudo para o nosso primeiro encontro com o Grupo de doentes.  
O acolhimento na Casa de Saúde aconteceu como já se tornou hábito, com a Irmã Fernanda a acolher-nos amavelmente.
Todavia, este mimo de acolhimento irá desaparecer, uma vez que nos consideram já habilitadas para realizar tudo de uma forma mais independente. Isto, ao mesmo tempo que nos atemoriza, responsabiliza-nos e orgulha-nos. Assim sendo, nas próximas visitas iremos dirigir-nos à secretaria e pedir a chave do campo de férias para nos direccionarmos ao mesmo. Lá, iremos vestir as batas para depois irmos para as unidades.
Depois de falarmos com a irmã Fernanda, fomos para a unidade de São José, de onde são as doentes que pertencem ao nosso grupo. Aí, estivemos um pouco com todas as doentes, e entre um sorriso, uma palavra e um abraço sentido, íamos lembrando o tema, que nos alimentava ao longo da visita: “Vieste como amigo”.
Chegaram as 15.30h, as doentes já tinham lanchado, já estavam prontas para se reunirem connosco numa outra sala e aí, um nervoso miudinho apoderou-se de nós. Lutámos contra este, vencemo-lo, e acompanhamos as doentes para uma sala, que por norma é uma sala de visitas.   Nesta, a terapeuta apresentou-nos às doentes e ausentou-se. Então tivemos a oportunidade e liberdade para iniciar o jogo que tínhamos previamente preparado para darmo-nos a conhecer e para conhecermos as doentes. Para nossa grande surpresa e felicidade o jogo teve bastante adesão e foi do agrado de todas as doentes.
Quando o jogo finalizou as doentes ainda permaneciam animadas e então decidimos continuar mais tempo com o grupo e realizamos um jogo de mímica. Depois disto, e porque as 16.30h já passavam à algum tempo levamos as doentes de novo para a unidade, estivemos um pouco com outras doentes e o tempo obrigou-nos a ir embora.
 Assim aconteceu, porém saímos com um saldo bastante positivo, pois percebemos o que estas doentes gostam de fazer:
  • Cantar
  • Jogar cartas (Copas e Burro)
  • Dançar
  • Pintar (e algumas desenhar)
  • Ler e escrever (Sobretudo Aprender)
  • Passear no exterior
  • Trabalhar na lavandaria (é o sonho de uma)
E a este saldo positivo, juntamos o facto de termos entrado como amigas, e de termos arranjado já, pelo menos, sete doentes que nos consideram como tal.



quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Como Foi?

Como foi a 4ªVisita à Casa de Saúde?

No dia 20 de Janeiro de 2011 dirigimo-nos novamente para a Casa de Saúde com o principal intuito de delinear finalmente e objectivamente a nossa acção ao longo deste ano lectivo.
Já na Casa de Saúde, direccionamo-nos ao Campo de férias para nos reunirmos com a Irmã Fernanda que prontamente se disponibilizou a trabalhar em cooperação connosco na realização e elaboração do Fim-de-Semana.
Definimos já um preço para o Fim-de-Semana, de 10€ por participante (sem transporte), porém definimos similarmente que caso haja alguma dificuldade financeira por parte de alguém que exprime uma vontade séria de participar no Fim-de-Semana o dinheiro não será um entrave.
Posteriormente, fomos reunir-nos com a terapeuta que com grande surpresa da nossa parte, já tinha planeado as doentes com quem iríamos trabalhar ao longo de todo o ano. Com ela pensamos também em dinâmicas para realizar com as mesmas.
Apesar de parte desta tarde ter sido passada a definir e congeminar o nosso ano, o contacto com as doentes não escasseou e percebemos o tema desta visita na perfeição “necessitamos de ti”. Sim, é verdade já somos capazes de dizer que necessitamos dos irmãos doentes, pois há locais e pessoas que nos marcam, que nos ajudam a ser quem somos, que nos fazem crescer e que são imprescindíveis na formação da nossa identidade humana.