quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Como Foi?

Como foi a 3ª Visita à Casa de Saúde ?


No dia 16 de Dezembro de 2010, dirigimo-nos à Casa de Saúde e desta vez contámos com uma presença especial, a professora Sandra Rocha.
Depois de acolhidas pela irmã Fernanda Oliveira, e por esta ter de fazer uma apresentação da Casa de Saúde à professora Sandra e conservar sobre o nosso projecto, nós dirigimo-nos sozinhas às respectivas unidades.
Como a Marta por motivos pessoais não pode comparecer a esta visita, não houve pares para todas nas unidades. Assim, e por ser a que detém mais experiência no contacto com o irmão doente, a Telma foi sozinha para a unidade Sagrado Coração, onde incorporou uma actividade coordenada por uma Psicóloga e onde “ESTEVE” com as doentes, uma vez que o mais importante é entregarmo-nos e fazermo-nos presentes.
Já a Cristina e a Susana, foram para Nossa Senhora de Fátima, unidade que não conheciam e que se apoderou vorazmente de um pouco dos seus corações, pois elas conseguiram encontrar-se realmente nos outros, fazendo ...
Mas o importante é que todas nós, conseguimos concretizar o objectivo, “seguir os sinais” para nos “encontrarmos nos outros”, uma vez que o tema que nos orientou durante esta visita, é o tema que nos orienta ao longo deste ano lectivo no colégio: “Há Sinais Segue-os!”.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Como Foi?

Como foi a 2ª Visita à Casa de Saúde ?

Com intuito de iniciar oficialmente o nosso projecto, no dia 18 de Novembro, partimos para Braga, desejosas por praticar a Hospitalidade e por saber com quem iríamos “partilhar o nosso coração”.
Mal vestimos as bastas de cor amarela, que facilmente identificam a juventude hospitaleira, apercebemo-nos que não iria ser fácil escolher as pessoas com quem nós iríamos trocar “fragmentos de coração”, pois em qualquer sítio que estivéssemos, por qualquer gesto que fizéssemos, recebíamos um sorriso em troca, o que apesar de dificultar o nosso processo de escolha se tornava bastante gratificante.
Ali, ao darmo-nos gratuitamente esquecemos as coisas rotineiras e superficiais.
Em S.José entre puzzles simples de 2 peças, conversas banais e desenhos, a Susana e a Telma, criaram grandes relações, revestidas de simplicidade, abertura, apreço e delicadeza.
Já em S.Bento, a Marta e a Cristina, através de sorrisos, de conversas, dando de comer ou simplesmente marcando a presença junto do irmão doente através do toque, durante a visualização de um filme, viveram momentos únicos, extraordinários, inesquecíveis!
O certo, é que todas regressamos a casa com o “coração remendado e com mais cicatrizes”, que simbolizam o amor que deixamos e sobretudo o amor que recebemos na Casa de Saúde.
Apenas uma tarde passou, e já sentimos que fomos importantes para todas aquelas doentes, mas sentimentos que elas também foram já bastante importantes para nós, ajudando-nos a encontrarmo-nos.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Como Foi?


Como foi a 1ª Visita à Casa de Saúde ?

No dia 30 de Setembro, dirigimo-nos a Braga, para um primeiro contacto com a Casa de Saúde e com os utentes, com o objectivo de delinear o que irá ser realizado ao longo do ano.
Estávamos todas um pouco nervosas e ansiosas, e de certo que a Susana, que por motivos pessoais não pôde estar presente nesta visita, partilhava os mesmos sentimentos, uma vez que deste primeiro contacto resultaria uma resposta em relação à realização do nosso projecto.
Logo de inicio, fomos muito bem recebidas pela Irmã Fernanda, que prontamente se disponibilizou para ouvir o nosso projecto, melhorá-lo e acrescentar novas ideias.
Depois de uma longa conversa, chegámos à conclusão que seria agradável e proveitoso termos a colaboração de uma psicóloga e de uma terapeuta.
Conversamos um pouco com ambas, e decidimos que seria mais conveniente a formação de um pequeno grupo, com utentes de todas as unidades, com o qual será mais fácil e proveitoso desenvolver actividades ao longo das nossas visitas quinzenais.
Após termos chegado a um consenso, a irmã Fernanda muito gentilmente mostrou-nos toda a casa de saúde e proporcionou-nos um contacto com esta realidade.
Para duas de nós (Cristina Rodriguez e Marta Alice), foi o primeiro contacto com o que é a doença mental e com tudo o que o irmão doente tem para nos ensinar. Foi um primeiro contacto bastante intenso e enriquecedor, uma vez que apesar de termos uma pequena ideia do que nos esperava, nunca pensámos que elas precisassem efectivamente de nós, acorressem ao nosso encontro, nos acariciassem sem pedirmos, dessem o primeiro passo no conhecimento. Esta primeira visita, foi para todas, um motivo de grande satisfação e também de enorme motivação para ser útil, dialogar, dar, amar …